
Chávez
deixou a Venezuela com um registro econômico instável e e promessas quebradas,
durante seus 14 anos no cargo. Porém o legado fundamental de Chavez, não é
feito de concreto e aço, estradas e casas, mas algo menos tangível: ele mudou a
forma como os venezuelanos pensam sobre si mesmos e de seu país.
Diz
ainda que Chávez era ideologicamente uma espécie de camaleão, assumindo o
derramamento de políticas e programas como lhe convinha; que critivaca
duramente os capitalistas, mas tolerava ou ignorava corrupção generalizada
dentro de seu próprio país; condenava os Estados Unidos, mas dependia dos
dólares americanos com a compra de petróleo.
Falava
de direitos dos povos à autoderminação, mas aliou-se com os tiranos na Líbia,
Síria e Irã. Aprofundou a divisão entre as massas de ricos e pobres da
Venezuela e as classes média e alta, presidindo um país amargamente dividido,
tachando impiedosamente, provocado e insultado aqueles que não concordavam com
ele, chamando-os de fascistas, traidores, oligarcas, reacionários e fantoches
dos Estados Unidos.
De alguma forma Chávez, mesmo
para quem não gostava dele, tem que admirá-lo, pelo menos em uma coisa: Era a
única voz realmemte irreverante e altiva diante do imperialismo norte
americano. Era o único a ‘peitar’ os Estados Unidos, mesmo que dependesse dos
dólares pela venda do óleo.
Sua ascensão ao poder se deu
diante das idéias neoliberais, já em declínio no mundo, mas em voga na América
Latina, que revoltavam as populações com os ‘ajustamento de preços’ propostos
pelo FMI. Assim proclamou o socialismo para o século XXI, tirando a Venezuela
da influência dos Estados Unidos, propôs a integração da América Latina
inspirado nas ideais de Bolívar.
Pesa a favor de Chaves a
diminuição da pobreza, o analfabetismo e melhorou os indicadores econômicos.
Muitos projetos sociais foram desenvolvidos com os dólares do óleo, controlando
a exploração do petróleo, o que deixou o grande capital bastante irritado.
Gasolina e gás de cozinha com os menores preços do mundo, rede de saúde levada
à periferia, melhorias na rede de educação e a reforma agrária, com ampla
desapropriação de latifúndios e distribuição de terras. Nesse cenário venceu
três eleições, um plebiscito e sufocou um golpe de Estado (2002), que fora
incentivado pelos Estados Unidos.
Porém em matéria de democracia, temos que recorrer a Montesquieu (1689 - 1755), quando diz que a “mola” do despotismo é o medo."Hugo Chávez era um tirano que forçava os venezuelanos a viver no medo. Sua morte é um golpe para a aliança dos dirigentes de esquerda e antiamericanos da América do Sul", declarou Ed Royce, do Partido Republicano dos Estados Unidos (http://noticias.terra.com.br/mundo em 06-03-13).
Pesa a favor de Chaves a diminuição da pobreza, o analfabetismo e melhorou os indicadores econômicos. Muitos projetos sociais foram desenvolvidos com os dólares do óleo, controlando a exploração do petróleo, o que deixou o grande capital bastante irritado. Gasolina e gás de cozinha com os menores preços do mundo, rede de saúde levada à periferia, melhorias na rede de educação e a reforma agrária, com ampla desapropriação de latifúndios e distribuição de terras. Nesse cenário venceu três eleições, um plebiscito e sufocou um golpe de Estado (2002), que fora incentivado pelos Estados Unidos.
Pesa a favor de Chaves a diminuição da pobreza, o analfabetismo e melhorou os indicadores econômicos. Muitos projetos sociais foram desenvolvidos com os dólares do óleo, controlando a exploração do petróleo, o que deixou o grande capital bastante irritado. Gasolina e gás de cozinha com os menores preços do mundo, rede de saúde levada à periferia, melhorias na rede de educação e a reforma agrária, com ampla desapropriação de latifúndios e distribuição de terras. Nesse cenário venceu três eleições, um plebiscito e sufocou um golpe de Estado (2002), que fora incentivado pelos Estados Unidos.
Porém em matéria de democracia, temos que recorrer a Montesquieu (1689 - 1755), quando diz que a “mola” do despotismo é o medo."Hugo Chávez era um tirano que forçava os venezuelanos a viver no medo. Sua morte é um golpe para a aliança dos dirigentes de esquerda e antiamericanos da América do Sul", declarou Ed Royce, do Partido Republicano dos Estados Unidos (http://noticias.terra.com.br/mundo em 06-03-13).
Certamente o homem Chávez se calará para sempre, mas o chavismo certamente ainda terá algum fôlego de sobrevivência, pois o criador estará por ali, como que redivivo nas palavras e pensamentos de seus inúmeros seguidores. Mas até quando?
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